Realiza-se o segundo ‘Fórum Latino-Americano de Nicotina e Redução de Riscos’

/COMUNICAE/

Rauder consegue reunir especialistas na área que destacam a importância do combate integral ao tabagismo.

Sob a organização da Razón Autonomía y Derecho A.C (Rauder), uma associação civil sem fins lucrativos em favor dos direitos humanos, da autonomia pessoal e do livre desenvolvimento da personalidade, foi lançado o “Segundo Fórum Latino-Americano de Nicotina e Redução de Riscos: Ciência, Regulação e Ativismo” que teve lugar, hoje, no Panamá, com o objetivo de analisar e discutir o papel crucial das alternativas de risco reduzido na luta contra o tabagismo.

O fórum reuniu legisladores, especialistas, médicos, cientistas e ativistas de toda a América Latina, que destacaram a importância do desenvolvimento de políticas públicas que busquem reduzir os danos e respeitar os direitos humanos, a partir de uma abordagem humana e eficaz que respeite os direitos dos consumidores e oferecer opções seguras e regulamentadas, baseadas na ciência.

Durante o evento, foram apresentados estudos e práticas relevantes de outros países e houve uma discussão sobre como alternativas como os cigarros eletrônicos podem contribuir significativamente para a redução dos malefícios do tabagismo. Os participantes sublinharam que a proibição destes produtos em alguns países da América Latina, como o México, o Brasil e o Panamá, levou a um aumento do comércio ilegal e limitou as opções dos fumadores para aceder a alternativas mais seguras.

“É essencial reconhecê-los e regulamentá-los como produtos de risco reduzido. Proibi-los não só impede o acesso dos fumadores a alternativas mais seguras, mas também incentiva o mercado negro e facilita o acesso a estes produtos por parte dos menores, e outras consequências negativas que isso acarreta”, explicou. Rafael Lara Liy, Diretor da Rauder.

O porta-voz destacou ainda a importância da informação baseada em evidências científicas, para permitir que os consumidores tomem decisões informadas e para que estas vozes sejam tidas em conta no desenvolvimento de políticas públicas. “Proibir não só não funciona, como também não resolve o problema; toda a sociedade tem o direito de participar da formulação de políticas públicas. Queremos oferecer uma perspectiva inclusiva que leve em conta informações baseadas em evidências científicas sobre redução alternativas de risco”, acrescentou.

Fuente Comunicae

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